terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Quando e por quê?
Em algum momento da vida, podemos perceber coisas que não deveríamos perceber. Por quê? Ora, porque dói!
Em algum momento vamos perceber que a pessoa que precisamos, não precisa mais de nós (nos deixar de escanteio pode ser uma ótima pista para o começo de tal realização), ou que a pessoa que nós achamos essenciais não são tão importante assim. De qualquer forma, vai doer.
Primeiro: se perceber que a pessoa não precisa mais de você, sua vida vai provavelmente desandar pois VOCÊ precisava dela.
Segundo: se perceber que VOCÊ não precisa mais daquela pessoa ultra-importante, sua vida também vai desandar por causa das simples perguntas: “Quando? Por quê?”
Eu, desiudida.
Veja bem, querida vida, agora chegou aquele momento que já era mais do que esperado. Cresci e para ser mais clara: quebrei a cara barra o coração barra sentimentos barra nunca quis deixar de ser criança. Sabia desde sempre (vulgo seis anos de idade) que ninguém fica pra sempre e se ficar é um milagre muito grande, de intervenção divina elevada. Ou - casos raros, creio- quando fica, acaba se tornando uma coisa muito “blé”. E vida, me diz porque disso! Como dizem, se ficar é porque certo vínculo se deve ter, mas mesmo assim PODE se tornar “blé”. Não entendo, de verdade. Pegue o exemplo desta garota que fez de tudo por esse alguém (por bastante tempo até) e de repente… fim. I don’t love you anymore. Goodbye. O típico “para sempre” que chega ao fim, mas não de propósito. Queria que sinceramente alguém fizesse um livro explicando essas coisas, explicando a natureza miseravelmente humana. Fez de tudo por alguém e no final acabou o amor, dos dois lados talvez. Acabou, assim do nada. O bom disso tudo é que pelo menos crescemos. O ruim é que dói saber que não se importa mais. Não se importar se a pessoa já acordou, se já comeu, se está bem; se aquela pessoa que era o mundo inteiro ainda existe. Natureza m-i-s-e-r-a-v-e-l-m-e-n-t-e humana! No final talvez seja só mais uma fase, talvez o arrependimento esteja no próximo passo quando virar a esquina, talvez nunca volte a ser o que era antes.
“And so it is, just like you said it would be. Life goes easy on me most of the time. And so it is, just like you said it should be. We’ll both forget the breeze most of the time.”
“And so it is, just like you said it would be. Life goes easy on me most of the time. And so it is, just like you said it should be. We’ll both forget the breeze most of the time.”
“Soldier, want you come back home?”
A jornada é longa e todos sabem disso. Cada passo pode ser uma nova
alegria ou tristeza, raiva ou pêsar, pode ser o apogeu do presente. Pode
ser! A vida não se limita a pessoas, como muitos acham - como muitos
prometem. Não se limita a ter filhos, um cachorro e um companheiro; tão
pouco a descobrir qual o seu significado. A vida é a vida e esse é o
seu propósito: ser. O máximo que se pode fazer é aproveitá-la, sem
superá-la, sem odiá-la, apenas aprender a seguir o caminho de mãos dadas
com ela. Ser amigo dela.
Primeiro com explicação.
A inspiração para este blog foi em um tumblr: falava-se sobre pessoas, os seus olhares, os seus atos - falava sobre o que se via e tentava se dizer o que eles sentiam. Expliquei? Não? Ok.
Como disse mais cedo, em torno das 16hrs30min, chega um momento em que não podemos mais aguentar tudo o que se passa dentro de nós e a necessidade de se expressar grita cada vez mais alto. Eu não gosto de gritar. Então escrevo. Escrevo porque falar a plenos pulmões sobre o que se sente pode gerar apenas confusão, e, apesar de eu gostar de barraco -gostava da Aline do BBB13, para se ter uma ideia- nunca achei confortável espalhar euforia por causa dos sentimentos. Escrevo, simples assim.
Como disse mais cedo, em torno das 16hrs30min, chega um momento em que não podemos mais aguentar tudo o que se passa dentro de nós e a necessidade de se expressar grita cada vez mais alto. Eu não gosto de gritar. Então escrevo. Escrevo porque falar a plenos pulmões sobre o que se sente pode gerar apenas confusão, e, apesar de eu gostar de barraco -gostava da Aline do BBB13, para se ter uma ideia- nunca achei confortável espalhar euforia por causa dos sentimentos. Escrevo, simples assim.
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