Veja bem, querida vida, agora chegou aquele momento que já era mais do que esperado. Cresci e para ser mais clara: quebrei a cara barra o coração barra sentimentos barra nunca quis deixar de ser criança. Sabia desde sempre (vulgo seis anos de idade) que ninguém fica pra sempre e se ficar é um milagre muito grande, de intervenção divina elevada. Ou - casos raros, creio- quando fica, acaba se tornando uma coisa muito “blé”. E vida, me diz porque disso! Como dizem, se ficar é porque certo vínculo se deve ter, mas mesmo assim PODE se tornar “blé”. Não entendo, de verdade. Pegue o exemplo desta garota que fez de tudo por esse alguém (por bastante tempo até) e de repente… fim. I don’t love you anymore. Goodbye. O típico “para sempre” que chega ao fim, mas não de propósito. Queria que sinceramente alguém fizesse um livro explicando essas coisas, explicando a natureza miseravelmente humana. Fez de tudo por alguém e no final acabou o amor, dos dois lados talvez. Acabou, assim do nada. O bom disso tudo é que pelo menos crescemos. O ruim é que dói saber que não se importa mais. Não se importar se a pessoa já acordou, se já comeu, se está bem; se aquela pessoa que era o mundo inteiro ainda existe. Natureza m-i-s-e-r-a-v-e-l-m-e-n-t-e humana! No final talvez seja só mais uma fase, talvez o arrependimento esteja no próximo passo quando virar a esquina, talvez nunca volte a ser o que era antes.
“And so it is, just like you said it would be. Life goes easy on me most of the time. And so it is, just like you said it should be. We’ll both forget the breeze most of the time.”
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